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Brasil registra surtos de casos da Febre do Oropouche (Orov)

Sintomas são semelhantes aos da Dengue e Chikungunya alertam órgãos de saúde pública



A Febre do Oropouche (FO) é uma doença causada pelo arbovírus (vírus transmitido por mosquisto), Culicoides paraenses, do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae. Houve um aumento de casos desde o começo do ano especialmente no estado do Amazonas. Por se tratar de uma doença com sintomas muito semelhantes aos da Dengue e da Chikungunya, é importante realizar uma consulta médica logo ao se apresentarem os sintomas. Diagnosticar os casos da febre contribui para o lavantamanto estatístico, para o monitoramento e vigilância epidemiológicas através dos órgãos de saúde pública para a elaboração de ações de combate.


A transmissão pode ocorrer de duas formas. Em áreas urbana ou silvestre, em áreas de mata, através de aves e animais.

Os sintomas da Febre do Oropouche são semelhantes ao da Dengue e Chikungunya


Em nota, o Ministério da Saúde (MS) alerta para as semelhanças entre os sintomas da Febre do Oropouche, da Dengue e da Chikungunya:

Febre alta com calafrios (acima de 38°C);

Dor de cabeça;

Dor muscular;

Dor no corpo e nas articulações;

Dor atrás dos olhos;]

Mal estar;

Falta de apetite;

Manchas vermelhas no corpo;

Náusea e diarreia.


Neste sentido, é importante que profissionais da área de vigilância em saúde sejam capazes de diferenciar essas doenças por meio de aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais e orientar as ações de prevenção e controle. A arbovirose tem duração de cerca de 10 dias. Não há registros de óbito.


De acordo com os órgão de saúde pública, não há informações de que casos de Frebre Oropouche possam evoluir para quadros graves ou hemorrágicos. Mas é importante ficar atento e saber diferenciar os sinais e sintomas que diferenciam para a dengue hemorrárica que são:


Dor abdominal intensa e contínua

Náuseas

Vômitos persistentes

Sangramento de mucosas

Hemorragias


Diagnóstico e Tratamento


Ainda em nota, o MS divulga que o diagnóstico da Febre do Oropouche é clínico, epidemiológico e laboratorial. Todo caso com diagnóstico de infecção pelo OROV deve ser notificado. A Febre do Oropouche compõe a lista de doenças de notificação compulsória, classificada entre as doenças de notificação imediata, em função do potencial epidêmico e da alta capacidade de mutação, podendo se tornar uma ameaça à saúde pública.


Segundo podcast do jornal da Universidade de São Paulo, não existe tratamento específico e nem vacinas para a Febre do Oropouche. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.

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